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sábado, 30 de janeiro de 2010

Mercado Municipal

Juro que para mim não é fácil levantar cedo no dia em que até o Todo Poderoso descansou. Pense bem, até a potência do onipotente precisa de uma folguinha. Mesmo assim, programei meu despertador para o mesmo horário dos dias inúteis e acordei por volta das 7h. 

Eu e namorido fomos ao Mercado Municipal, escolher algumas delícias para montar uma cesta de presente de aniversário para o sogrinho. Para mim o ineditismo da situação resume-se a ter levantado antes das 10h num sábado, mas para namorido foi bem mais legal, porque ele não conhecia o lugar, que é um dos meus preferidos.

Frutas, temperos, cafés, carnes, peixes, legumes, verduras, vinhos, sucos, queijos, pães, pimentas, biscoitos, doces, enfim, de tudo um pouco. Do simples ao mais exótico. Uma profusão de aromas, cores e sabores. Uma vontade imensa de levar quase tudo!

Como diz o Giovanni, personagem do filme Estômago, é ali que começa a arte de cozinhar. Um passeio pelo Mercado Municipal é no mínimo inspirador para novas experiências gastronômicas. E como o alimento (e uma boa bebida para acompanhar) é uma das formas mais antigas de demonstrar carinho - começa com a relação entre mãe e filho e segue por toda a vida -, pelos corredores do Mercado a gente encontra uma série de opções para presentear quem a gente quer bem. :)

Beijos!

Inovações culinárias

O clima em Curitiba nessa sexta-feira foi algo realmente fora do comum. Além de muita, mas muita chuva mesmo, passamos o dia aos sobressaltos com trovões balançando as janelas e clarões de relâmpagos que iluminavam um dia particularmente escuro. Por fim, por volta das 20h, abriu o maior sol, como se estivesse amanhecendo, e dois enormes arco-íris nos acompanharam no caminho para casa.

Com tanta água desabando, muita gente desmarcou compromissos, faltou ao dentista, os salões de beleza ficaram vazios e, provavelmente, os bares também. E eu ainda não havia feito nada de diferente no dia. Almocei no mesmo restaurante de sempre, trabalhei, cumpri meus prazos, naveguei na internet... Nada de novo.

Felizmente, o friozinho e a chuva fizeram o clima perfeito para pilotar o fogão e preparar uma sopinha de batatas, frango e champignon, servida dentro de um pão italiano coberto de azeite de oliva por dentro e por fora, e levado ao forno até ficar crocante. O momento foi ideal para também abrir o vinho que o Dé ganhou de Natal da melhor sogra do mundo - a dele. 

E então a experiência diferente do dia foi preparar assim, de última hora, sem planejar, uma ocasião perfeita para celebrar o amor.

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Breve desacordo entre o marcador de horas do forno micro-ondas e o do forno elétrico.


Beijinhos.